A REFER continua a preferir que os passageiros morram no exterior da estação porque o que ocorre no exterior da estação é um problema de outros, não da REFER.

Estamos em 2011 e o movimento conta com 3 meses de vida activa. Nestes 3 meses passámos de um cidadão isolado para um movimento de cidadãos nas 2 freguesias que concorda que o muro não tem razão de existir:

Ninguém, excluindo a REFER, defende a a existência do muro: nas Juntas de Freguesia foi elogiado o movimento e a necessidade de alterar a situação actual pois é inadmissível a situação actual às portas de Lisboa.

Ninguém, excluindo a REFER, se preocupou com os fantasmas da segurança no interior da estação: todos acharam mais importante as questões de segurança no exterior da estação.

Ninguém, excluindo a REFER, concorda que encerrar o acesso que existiu até 2009 foi uma ideia acertada. Foi uma acção que apenas favoreceu a REFER, sem qualquer vantagem para os passageiros.

Ninguém, excluindo a REFER, consegue conceber que esta situação exista em Lisboa: 11.000 pessoas separadas da estação por um muro que não pediram, porque a REFER insiste que ele terá sempre que existir.

Ninguém, excluindo a REFER, pediu um muro de quase 1 quilómetro a separar a estação da população que a deveria servir.

Lisboa é nossa, não da REFER: Este será um bom ano para que eles entendam que a Estação de Santa Apolónia serve os lisboetas, não a REFER.

Eu não desistirei. Nunca.

Basílio C. Vieira

Basílio Vieira

Fundador do Movimento “Entrada Norte”

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