Comunicados

Continuamos em negociações com a CML para conseguir fixar um calendário para a intervenção definitiva na Rua dos Caminhos de Ferro. Continuem desse lado, a vossa participação é importante.

Gratos.

ATENÇÃO: DATA ALTERADA

Dia 15 de Maio 2012, terça-feira.

 

Vamos organizar uma manifestação pela abertura de uma porta no muro com 1 quilómetro que separa a estação dos 11.000 habitantes que ela deveria servir.

Precisamos que apareçam e digam que não estão satisfeitos com as condições actuais. Venham protestar connosco:

 

Teremos ligaduras, sangue (falso) e t-shirts com marcas de pneus a atravessar o peito. Vamos perguntar à REFER se é mesmo preciso uma rua cheia de peões atropelados para finalmente fazerem algo simples:

 

ABRAM UMA PORTA!

 

… Porque já nem Berlim tem um muro com um quilómetro.

 

http://www.facebook.com/events/194648107322361/

 

 

 

A REFER continua a preferir que os passageiros morram no exterior da estação porque o que ocorre no exterior da estação é um problema de outros, não da REFER.

Estamos em 2011 e o movimento conta com 3 meses de vida activa. Nestes 3 meses passámos de um cidadão isolado para um movimento de cidadãos nas 2 freguesias que concorda que o muro não tem razão de existir:

Ninguém, excluindo a REFER, defende a a existência do muro: nas Juntas de Freguesia foi elogiado o movimento e a necessidade de alterar a situação actual pois é inadmissível a situação actual às portas de Lisboa.

Ninguém, excluindo a REFER, se preocupou com os fantasmas da segurança no interior da estação: todos acharam mais importante as questões de segurança no exterior da estação.

Ninguém, excluindo a REFER, concorda que encerrar o acesso que existiu até 2009 foi uma ideia acertada. Foi uma acção que apenas favoreceu a REFER, sem qualquer vantagem para os passageiros.

Ninguém, excluindo a REFER, consegue conceber que esta situação exista em Lisboa: 11.000 pessoas separadas da estação por um muro que não pediram, porque a REFER insiste que ele terá sempre que existir.

Ninguém, excluindo a REFER, pediu um muro de quase 1 quilómetro a separar a estação da população que a deveria servir.

Lisboa é nossa, não da REFER: Este será um bom ano para que eles entendam que a Estação de Santa Apolónia serve os lisboetas, não a REFER.

Eu não desistirei. Nunca.

Basílio C. Vieira

Basílio Vieira

Fundador do Movimento “Entrada Norte”

Nesta segunda-feira, 8 de Novembro vai ocorrer uma distribuição de panfletos no local da Entrada Norte, para divulgar a iniciativa directamente aos residentes através dos 2000 utentes da estação que são obrigados a percorrer aqueles 150 metros de perigo todos os dias porque lhes está vedada qualquer outra alternativa.

Panfleto em PDF, A5 / Frente e Verso

O acesso do lado norte à estação de comboios Lisboa – Santa Apolónia é inaceitável por obrigar 2000 utentes a percorrer todos os dias 150 metros em péssimas condições de segurança.

Este documento é uma breve apresentação sobre o problema  e  solução proposta.

Leia a proposta (em PDF)  >>>>

Obter a proposta em PDF

Dúvidas, críticas ou sugestões?

Estamos cá para o ouvir: geral@st-apolonia.org

Telemóvel 917 555 411

Twitter: @stapoloniaorg

Facebook: www.facebook.com/entradanorte

A acessibilidade actual da Estação de Santa Apolónia em Lisboa é propícia a acidentes por obrigar os utentes a percorrer 150 metros de uma rua com passeios de largura inferior a 50 cms o que é manifestamente insuficiente para garantir quaisquer condições de segurança para os peões.

Em alternativa a esta situação pode ser criada uma “Entrada Norte”, através do corte do muro norte da estação, abrindo assim uma entrada directamente para o Cais 1, um local adequado aos passageiros, com acesso facilitado à passagem subterrânea que permite aceder às restantes linhas.

Para divulgar esta proposta foi criado o movimento “Entrada Norte” que agrupa cidadãos que pretendem colaborar para melhorar a acessibilidade da Estação de Lisboa – Santa Apolónia.

Este é o site oficial do movimento. Seja bem-vindo.